sexta-feira, 29 de abril de 2011

+ Rancho Ranieri

Dentro do considerável acervo de imagens do Sachetão, o Rancho Ranieri se destaca. Além daquela antológica foto que abriu os trabalhos deste blog com grande impacto, a série a seguir traz mais componentes da Turma do Ponto e claro, dos alunos do EEPG "28 de Julho", que era quem organizava estes passeios no início dos 80. Vamos a ela ( as fotos são todas do acervo de Paulo Sacheta, exceto a última, by Malu):


De cima para baixo: Márcia, Carla, Celiane, Denise Batistel, Professora Lígia, ? e Regiane. No meio: ? e Paula Mineira. Embaixo: Mônica Reiko, Adri, Lúcia ( à frente), Cristiane Jodar, Helô, Edilene, Simone Bizagio e Maria Paula .
 
Gérson Penal, Tafner, Paulo Sacheta, João Zanforim (atrás), Vladimir, Fran, Rica, Lupa e Celso

Pré-formação da gigantesca foto de reunião já mostrada aqui no blog. O Tafner ( à esquerda) sumiu na versão mais povoada.

Ranch-Girls: Mônica Reiko, Maria Paula e Simone Bizagio
De cima para baixo: Maria Paula, Paulo Sacheta, Fran, Celiane, Quequé, Márcia e Égon. Irmão da Maria Paula, Simone e Rica.
Fran, Celiane e Marcos Sacheta

terça-feira, 19 de abril de 2011

Aniversário de 15 anos da Vânia (27/11/1982)

Panorama geral da festa da Vânia que dá uma boa noção da mistura de turmas naquela noite. Da esquerda para a direita: Paula Mineira, Marcelo Poca, Mônica Reiko, Maria do Socorro, Nenê Villamarin, Vevé ( confirmado por ele), Marcos Malu Massolini, Ivan, João Zanforim ( meio escondido), Vânia, Valéria, Sérgio ( primo da Vânia) e Celso ( irmão da Vânia)

A festa de 15 anos da Vânia aconteceu no dia 27/11/1982 na Alameda Cassaquera, 674 na Barcela ( no salão de festas da sua casa na época). A data certa de seu aniversário é 24/12 mas por conta das férias escolares e do Natal, a comemoração foi em novembro mesmo. Uma decisão acertada, pois a festa ficou cheia de "vinteoitanos" e foi um sucesso. Aliás, esse foi um ano chave para muitos presentes, que estavam se formando na oitava série do 28 de Julho ( eu, a própria Vânia, Paula, Fran, João, Ivan, Cibele, Maria do Socorro, a Reiko, entre outros).
Vânia Frohlich brilhando. Cibele Ricci no meio da muvuca. E Malu, só no passinho.
Vânia ao lado de sua mãe e do Fran, o nosso "arroz de festa"
João Zanforim, Vânia, Fran ( de novo?) e Paula Mineira ( -Vai encarar?)
Malu, Vânia e Hamilton Lacerda

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Aniversariante da semana: Paulo Sacheta (17-04)

Ontem foi aniversário do Sachetão, o nosso David Bowie de plantão. Conversando com ele na semana passada, depois de saber da proximidade de seu aniversário, tivemos a idéia de iniciar a série "aniversariante da semana", sempre com um breve post e uma foto antiga de aniversário. Quem quiser participar também, pode mandar com antecedência a data de nascimento + uma foto de alguma festa de aniversário antiga (se for dos anos 80, melhor ainda).
Festa do Sacheta na Shampoo (1988). Em destaque, Marqueta e o próprio. Lá na esquerda, sentado, Edinho ( ex-vizinho do Sacheta na Anita Garibaldi), e na direita, o onipresente Fabinho.
Rogério e Marqueta, a dupla dinâmica

Expedição arqueológica dos Engelmann ( 16-04-2011)

Ao tomar conhecimento que os irmãos Rogério, Luciana e Leonardo Engelmann iriam se encontrar no sábado (16) para uma verdadeira expedição arqueológica às caixas de fotos da família, aceitei de pronto o convite para participar de tamanha empreitada heróica. Logo ao chegar, percebi a grandiosidade do evento, ao avistar no mesmo momento em que tocava a campainha da casa da Lu, Rogério e Léo saindo da casa vizinha ( da Dona Sílvia, mãe dos três) com diversas caixas e álbuns que se juntariam ao colossal material já espalhado na mesa da cozinha. Carlão ficou com a missão olímpica de escanear as fotos escolhidas a dedo pelos manos, enquanto eu, inútil diante de imagens tão ricas e históricas, suava trêmulo, paralizado no canto da mesa. Por cerca de 1 hora ( gostaria de ter ficado ali por horas, mas os compromissos me impediram) contemplei uma infinidade de fotos fantásticas, incluindo cenas de família, registros da Rua Joana Angélica e Bairro Barcelona, colegas de infância, cenas da Rua João Ribeiro ( endereço no Campestre em que a família Engelmann morou no final dos anos 70), pelo menos uma viagem inesquecível com membros da nossa turma, a viagem do Marcião ao Japão em 1988, fotos astronômicas e mecânicas do inventivo Carlão, etc etc. Imaginem o que eu não teria visto se ficasse mais tempo! Saí extasiado e com a certeza de que muitas imagens resgatadas deste encontro antológico, serão postadas muito em breve neste nosso blog. Esperem e verão.

sábado, 16 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Aniversário de 15 anos da Rose (1983)

Outra festa inesquecível na história da turma. No dia 03/09/1983, Rose Fantinatti fez o seu debut no Buffet Tia Marta ( na Rua Tapajós, onde hoje é um sacolão) e mais uma vez misturaram-se figuras do 28 de Julho e da Turma do Ponto.
Da esquerda pra direita, começando por cima: Luci, ?, ?, Rose, ?, Cláudia, Rogério, Adriana, Débora, Vágner, ?, Desirée, Zequinha, Simone e Mãe da Rose. Fileira de baixo: Lupa ( pelo menos parece), William, Wirts, Ivan, Malu, Sachetinha, Zé, primo da Rose, Fran e Carlão.
Vágner, Carlão, Malu, Sachetinha, Rose, Zé, Rogério, Fran e Cláudia
A foto não tá boa, mas vale pela cena: Tico e Lupa em momento "Sonho de Valsa"

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Aniversário de 15 anos da Desirée (1984)

Começando a série "Debuts" com a  festa de debutante da Desirée, realizada no dia 04/08/1984 na Rua Nazareth, 717,  a partir das 19:30h ( o níver da Desirée é na verdade no dia 29/07). O Rogério foi padrinho e a festa misturou bastante gente do 28 de Julho, da Barcela e da Turma do Ponto. Acompanhem...
Bailão à todo vapor: dançando à frente, o par Cláudia Bibó e Ricardo e Maguila com (?). A aniversariante Desirée está dançando com o Rogério na direita. Lá no meião pode-se observar parte da cabeça do Marcos Pulini, primo do Lupa, e bem do lado da Desirée, de perfil, Carlos Alberto Pereira, o Carlão. Na esquerda, atrás da Cláudia, eu apareço dançando, mas o meu par está escondido na cena.
Desirée e a ala masculina. Fileira frontal ( da esquerda para a direita): ?, Pulininho, Zé Ricardo, pai da Desirée, Desirée, Rogério, Lupércio, Fran e Ricardo. Fileira de trás: William, Marcos, Ivan, Carlão, Maurício Maguila, ?, Malu, Pulinão e Fabinho.

Os meninos e as meninas: atrás, os caras já mencionados. Na frente, as identificadas são: Simone ( primeira da esquerda), Debora Clauss ( a quinta), Rose ( ao lado da Desirée), Desirée ( no meio, claro), Cláudia Bibó e Simone Bizagio ( na sequência).  Aguardo comentários sobre os nomes não identificados...

Debuts

Como eu mencionei antes, os bailes de formatura e de 15 anos foram verdadeiros oásis na nossa aridez desértica de imagens. Graças aos profissionais do click e suas máquinas potentes, registros bem tirados das festas em si e dos convivas permanecem nítidos e detalhados até hoje. Bem diferente das "xeretas" e "kodaks" instantâneas que de vez em quando ( bem de vez em quando) andavam com a gente por aí. Acompanhem a série "Debuts" a seguir, que vai valer a pena....

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Som

Clique e ouça.

Churras ( + uma)

E eis que da raspa do tacho do Sachetão surge mais uma foto "clássica" do Churras Transformers. Aliás, justiça seja feita, o Paulo Sacheta está salvando a nossa lavoura em relação a fotos preservadas. E pelo que ele me falou hoje, muita coisa vem por aí ( será que o Ponto vai enfim aparecer?). Segue...

Da esquerda para a direita: Quequé, ?, João Zanforim, ? , Márcia, Padreco ( de verde), Rogério, ?, Maguila e ?. No centro, fazendo pose de canguru aloprado: Gan. Lá embaixo, Fran em infração basqueteira ( parado no garrafão) e Paulo Sacheta, que já camuflava desde aquela época.

"Photografiaa Coloridaaaa"

Nesta semana constatamos o que já sabíamos: a turma do Ponto e a turma da Barcela dos anos 80 tem uma quantidade ínfima de fotos ( em uma década de existência). Essa escassez de imagens existe por diversos motivos. Entre os mais fortes: pelo próprio perrengue da idade, não tínhamos como manter uma produção constante de fotos, pois a revelação era caríssima ( e muitas máquinas eram dos pais, que nem sempre as emprestavam). Porque sempre colocávamos outras atividades como prioridade (beber, zoar, rodar, namorar, viajar, madrugar, bundar) e no dia a dia, esquecíamos de registrar os momentos via fotografia. E porque, fatidicamente, já se passaram trinta anos, e muitas fotos tiradas naquela época se perderam, seja por conta dos casamentos e mudanças de endereços, seja por descuido, incidentes, etc etc...
É por essas e outras que eu sempre considero um pequeno milagre a postagem de qualquer foto da época relacionada à turma ou à cidade de São Caetano do Sul. Vivemos em um mundo veloz, voltado para o "de agora em diante" e por conta dessa cultura imediatista, a História com H maiúscula ( que abrange a nossa história cotidiana também) geralmente escorre pelo ralo do "progresso". E é essa cultura que acaba derrubando casas e árvores, queimando livros e descaracterizando o mundo a nossa volta.
A sorte é que contamos com bravos e aguerridos desbravadores em nossos quadros e tenho certeza que a persistência e a fé desses destemidos arqueólogos de plantão trará à tona vários tesouros fotográficos de antanho. Muitos estão revirando suas gavetas e porões à cata de preciosidades escondidas e eu tenho certeza que muitas surpresas surgirão. O foco principal no momento é o próprio Ponto de Táxi, local na esquina da Rua Oriente com a Rua Flórida, que por anos, se tornou nosso QG de encontro (quase) diário e  acabou batizando a turma. Tiramos fotos ali na época? claro! todos se lembram de uma com vários membros em volta do famoso Opala "Tétanus", um dos carros mais famosos da turma; outra lembrada é uma com a  moto do Wirtão, que parava sempre com ela na calçada do Ponto. Existiram esses registros... o problema é encontrá-las hoje. Fabinho, um dos nossos que gostava muito de foto e tinha uma produção considerável de imagens na época está desesperado atrás do seu acervo, que ficou pra trás em alguma de suas mudanças ( cogita-se que foi doado para um asilo em São Caetano). Até onde pudermos, iremos atrás.
Enquanto isso, postaremos aqui no nosso QG virtual, as fotos que temos em mãos. Muitas são de fotógrafos profissionais ( dos bailes e da prefeitura), mas muitas aqui postadas pertencem a amigos da turma, que graças, ainda as tem intactas. Na medida do possível, todas as imagens serão creditadas e identificadas. Até agora tivemos fotos publicadas do Lupa, Sachetão, Malu e Celiane. No próximo post, uma nova série trará os bailes de debutantes ( com produção profissional de primeira). Sigamos.

PS: Faltou explicar o título: entre os anos 70 e os 80, eu e meu primos ( Rica, Adri e Eli) fícávamos as férias de verão inteira na Vila Caiçara ( Praia Grande) onde tínhamos uma turma tão grande como a de Sanca. Entre areias repletas de tatuzinhos, castelos de areia e pranchas de isopor, sempre topávamos com um figuraça que tirava foto na hora dos turistas e depois presenteava-os com aqueles indefectíveis visores plásticos de slides. Mas além de sua aparência de bucaneiro hippie ( ele tinha uma boca torta e uma horrível fenda na perna esquerda, por conta de um acidente de moto) o que chamava atenção mesmo era o seu grito de guerra, que ecoava por toda a Praia Grande: "Photografiaaa Coloridaaa".

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Churras

O 'churras' citado no post anterior sobre o Neno foi um dos "eventos" mais famosos da turma por vários motivos: primeiro, como lembrou Ivan em um comentário seu para o livro, porque foi um evento que reuniu o maior número de pessoas da turma ( perto de 50); segundo, porque juntou criativamente todos os nossos aniversariantes virginianos , daí o apelido para a posteridade: "Churra dos Virgens"; e terceiro porque, espertamente, juntou churrasco, futebol, cerveja e carnaval, as maiores paixões brasileiras em uma só festa; mas peraí, carnaval?? é isso mesmo: 99% dos jogadores da pelada foram vestidos de mulher (!!!!) o que motivou o segundo apelido para o Churras - Churras Transformers". Os aniversariantes na ocasião foram: Wirtão, Fabinho, eu, Quequé e a Marciona. Os detalhes geram controvérsias até hoje: o Rica falou que o Vladimir trabalhava na Norton e arrumou o local com o campo para nós, mas alguns não confirmam isso; quem tiver mais detalhes, por favor. O ano pode ser 1983 ou 1984 e esse churras não foi o único na História ( teve muitos na casa do João, um na casa do Gan, etc), mas com certeza o mais famoso. Vejam as fotos abaixo e sintam a comédia ( a maioria das fotos são do acervo do Paulo Sacheta)....
A pelada: se já éramos pernas de pau, imaginem então, de fogo e vestindo vestido!!
Chuletas FC ( de cima para baixo): João Zanforim, Reinaldo ( é isso mesmo?), Maguila, Quequé, Fran, João Colli e Malu ( ninguém avisou o bêbado que ele ainda estava de sombra azul)
Kátia e Rica ( o balão com legenda já veio com a foto)
Valmir, Márcio, Fran e Áureo: "os guardiões das maminhas"
Égon, em momento etílico-olímpico
Fabinho ( "Guerrilheiro, forasteiro, òrra meu..")
João e Sachetão, num oferecimento de Ray-Ban...
A "multi-Celiane" estava em todas!
Transformers em ação. Pendurados na trave: Maguila e Wirts. Embaixo: Laerte ( segurando o Maguila) e na esquerda, um amigo do João e do Quequé ( o nome sumiu nas brumas do tempo).

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Claudemir Vendrusco (Neno)

Há três semanas faleceu um dos caras que mais se divertiu na nossa juventude dos anos 80 e que certamente deixou também aquela década mais divertida. As minhas primeiras lembranças dele remontam aos churras futebolísticos e etílicos que fazíamos nos clubes industriais de Utinga no início daquela década ( em breve postarei fotos antológicas do "Churra Transformer", o mais famoso da turma). O Neno apareceu por esses tempos com seus vizinhos de rua ( Américo -Quequé -, João Alfredo Zanforim, Gérson...) e se no início ele era um tanto tímido e pouco festeiro - sua família era muito religiosa e reservada - aos poucos foi se enturmando, e logo estava participando de viagens e aventuras heróicas junto à turma. Foi muito para o "ap mais famoso de Boqueirão", o do João Zanforim, e estava na famosa viagem de Carnaval em Monte Sião ( com Ivan, Quequé, Sachetão, Vladimir, acho que o Maguila, entre outros). Aliás, o Ivan me prometeu pra breve a história de como o Nenão ganhou o apelido de "Capivara" nesta viagem.
A Turma se dispersou na virada da década de 80 e eu, entre viagens de trem até a Lapa e andanças pelas redondezas, cheguei a ver o Neno muitas vezes, primeiro nas noites lotadas do Chaplin Bar ( onde me foi apresentada sua Kombi de guerra), entre 1989 e 1995, e depois em Utinga, época em que ele trabalhava na oficina mecânica do Barba. Neste novo século, depois de casar, ter dois filhos e continuar trabalhando onde Judas perdeu as botas, cheguei a encontrá-lo, mas muito pouco. Até que nos últimos tempos, finalmente trabalhando em São Caetano, voltei a vê-lo com frequência. Embora com o mesmo riso sarrista e o humor intacto, era nítido seu estado físico debilitado: os abusos e excessos das décadas passadas e mesmo as adversidades cotidianas da vida o haviam enfraquecido demais. No dia 15 de março, uma terça, dei uma esticada até a Avenida da Paz e conversei um pouco com ele em frente ao ferro velho do Gê, pra quem ele vinha dando uma força. Riu, brincou, falamos de contas a pagar e ele, mesmo aparentando cansaço, me disse que precisava ir até o Centro de Santo André resolver umas coisas. No dia 17/03, após uma bronco-pneumonia e internação no dia anterior, ele veio a falecer. Eu só soube uma semana depois e só estou escrevendo essa homenagem agora, porque fiquei aguardando algumas fotos dele pela turma; como sei que é bem complicado encontrar imagens nossas da época, acabei soltando assim mesmo. O Nenão era simples e não vai se importar com a falta de enfeites. E com certeza vai rir, de onde estiver, das histórias que aos poucos surgirão por aqui.
Pode descansar agora, nobre Neno.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Rua Alegre e Rua Martino de Martine ( anos 70 e 80)

Prosseguindo na série "Ruas", chegamos na "baixada" do bairro, ou "Baixa Barcelona" ou ainda "Barroca da Divisa". O final da Rua Alegre e suas travessas, quase na divisa de Santo André, foi um dos cantos do bairro em que surgiu um dos maiores contingentes de integrantes pré-turma do Ponto. A casa dos meus pais era (e  ainda é) no nº 1261, a do Carlão e Zequinha, vizinha à minha ( outro imóvel foi construído no lugar) do Lupa ( atualmente em demolição) na esquina com a Joana Angélica, a do Luiz atravessando a rua, a do Égon e do Vevé no meio do quarteirão seguinte ( ambas não existem mais) e a dos irmãos Mazuras, um quarteirão anterior. Nas travessas finais da Rua Alegre, tínhamos: na Joana Angélica, o Valmir ( já na subida para o Rhodia), os Engelmann ( Rogério, Luciana e Léo) quase na Alegre ( Lu e família ainda estão ali) e no final da rua, perto do IMES, uma penca de Pulini, todos primos do Lupa ( Pulininho, Pulinão, Ricardo, Carlinhos, etc etc) e quase na Av. Goiás, o Zé ( José Ricardo Misso). E na Martino de Martine, penútima travessa da Alegre, meus primos Rica, Adri, Eli e Roberto. Entre os anos 70 e 80, brincamos e aprontamos muito nestas ruas citadas. Até que por volta de 82, começamos a subir até a Rua Natalie Furlan ( batizada por nós de ruinha) e Rua Maceió ( em frente à casa da Valéria), e juntamos as turminhas. Em pouco tempo, subimos mais um quarteirão, e logo uma turma imensa surgia, e surgia para ficar: a Turma do Ponto.

Foto histórica: aniversário do Égon em algum momento dos anos 80. Da esquerda, de cima para baixo: primo do Égon, Desirée, ?, Malu, Maria Fernanda, Ivan ( ele fala que não é ele), Égon, Magrão, Lupa, Helô e outro primo do Égon. Nas laterais, dois carros clássicos: a Caravan e o Jeep velho de guerra.

Casa do Malu e família Massolini, também chamada na época da turma de "pensão da Dona Lourdes", tal era a frequência de visitantes e hóspedes boêmios. Na foto, Égon e Átila ( 1984). A casa está quase do mesmo jeito ( só mudou o portão).
Foto pré-histórica da Rua Martino de Martine, início dos anos 70. Da esquerda para a direita: Malu, Rica, Eli, e as pequeninas Helô e Adri. Lá no final da rua, avista-se a casa da família Massolini, ainda com cercas verdes e Fuscão vermelho na garagem.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Rua Anita Garibaldi ( anos 80)

Continuando a série "Ruas", vou focar outro pedaço muito importante da nossa história: a Rua Anita Garibaldi. Quem é da Barcela sabe que essa rua é aquela "atrás do Rhodia". E foi justamente o famoso supermercado ( atualmente Coop) quem invadiu essa área e transformou totalmente sua "cara". Se nos anos 80 ela era totalmente residencial ( com exceção de um estacionamento), atualmente boa parte dela é utilizada pelo Coop ( área de logística, carga e descarga), justamente a calçada onde ficávamos "bundando", em frente à casa da família Sacheta ( que não existe mais). Na casa de esquina, onde Celiane, Celson e familia moraram um bom tempo, hoje funciona uma farmácia de manipulação. É o "progréssio", caros.
A Anita Garibaldi foi muito frequentada pela turma nos anos 80, principalmente de 82 a 83, entre os preparativos para o Rancho Ranieri e o aniversário da Celiane ( janeiro de 1983) com som nosso.
Abaixo, algumas imagens históricas da turma nessa rua. O Sachetão está procurando mais fotos da área e se achar, eu faço um segundo post. Vale a pena ver de novo....

Festa Junina (1984) em frente à casa da Celiane. entre os identificados na foto temos: Mãe da Celiane (no portão), Tico ( com o copo na boca), Zequinha (de barba, perto da janela), Carlão ( de blusa azul), Fabinho ( numa pose James Dean, ao lado do Carlão), Marela ( de azul, fora da calçada) e Selma ( ao lado da Marela). No meio da mesa, o velho e bom Sangue de Böis ( lê-se Boá).


Moradores ilustres da Anita: Celson Bentes, Sandra(?), Celiane Bentes e Selma
Laerte, saudoso Laerte, e Rogério, atiradores de São Caetano (1984). Nesta foto dá para ver bem a transformação das ruas Anita Garibaldi e Cassaquera. Aquele imóvel comercial ainda existe, mas as casas? quanta diferença. As casas do Marqueta e do Sandro Véia na Cassaquera estão irreconhecíveis. A esquina da Anita virou Coop.
Sequência, onde dá para visualizar a casa em frente à Celiane. Uma ótima residência encampada pelo super Coop. Fica a lembrança e a homenagem ao nosso amigo Laerte, falecido prematuramente, mas que teve tempo de curtir muitas aventuras com a turma.