segunda-feira, 4 de abril de 2011

Rua Alegre e Rua Martino de Martine ( anos 70 e 80)

Prosseguindo na série "Ruas", chegamos na "baixada" do bairro, ou "Baixa Barcelona" ou ainda "Barroca da Divisa". O final da Rua Alegre e suas travessas, quase na divisa de Santo André, foi um dos cantos do bairro em que surgiu um dos maiores contingentes de integrantes pré-turma do Ponto. A casa dos meus pais era (e  ainda é) no nº 1261, a do Carlão e Zequinha, vizinha à minha ( outro imóvel foi construído no lugar) do Lupa ( atualmente em demolição) na esquina com a Joana Angélica, a do Luiz atravessando a rua, a do Égon e do Vevé no meio do quarteirão seguinte ( ambas não existem mais) e a dos irmãos Mazuras, um quarteirão anterior. Nas travessas finais da Rua Alegre, tínhamos: na Joana Angélica, o Valmir ( já na subida para o Rhodia), os Engelmann ( Rogério, Luciana e Léo) quase na Alegre ( Lu e família ainda estão ali) e no final da rua, perto do IMES, uma penca de Pulini, todos primos do Lupa ( Pulininho, Pulinão, Ricardo, Carlinhos, etc etc) e quase na Av. Goiás, o Zé ( José Ricardo Misso). E na Martino de Martine, penútima travessa da Alegre, meus primos Rica, Adri, Eli e Roberto. Entre os anos 70 e 80, brincamos e aprontamos muito nestas ruas citadas. Até que por volta de 82, começamos a subir até a Rua Natalie Furlan ( batizada por nós de ruinha) e Rua Maceió ( em frente à casa da Valéria), e juntamos as turminhas. Em pouco tempo, subimos mais um quarteirão, e logo uma turma imensa surgia, e surgia para ficar: a Turma do Ponto.

Foto histórica: aniversário do Égon em algum momento dos anos 80. Da esquerda, de cima para baixo: primo do Égon, Desirée, ?, Malu, Maria Fernanda, Ivan ( ele fala que não é ele), Égon, Magrão, Lupa, Helô e outro primo do Égon. Nas laterais, dois carros clássicos: a Caravan e o Jeep velho de guerra.

Casa do Malu e família Massolini, também chamada na época da turma de "pensão da Dona Lourdes", tal era a frequência de visitantes e hóspedes boêmios. Na foto, Égon e Átila ( 1984). A casa está quase do mesmo jeito ( só mudou o portão).
Foto pré-histórica da Rua Martino de Martine, início dos anos 70. Da esquerda para a direita: Malu, Rica, Eli, e as pequeninas Helô e Adri. Lá no final da rua, avista-se a casa da família Massolini, ainda com cercas verdes e Fuscão vermelho na garagem.

7 comentários:

  1. na primeira foto - tem gente que não dorme. Se conserva em formol. Incrível. E incrível, também, porém, como o tempo melhora as pessoas.

    na última foto - faltou dizer que a casa onde as crianças aparecem na Martine de Martino é a atual casa dos pais do Roberto. Ainda.

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  2. Léo, a casa que aparece com o cimento aparente é na verdade a que eu estou morando hoje em dia... a do Roberto é a de cima. Tutti en famiglia...
    abs
    Malu

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  3. A rua Martino de Martine era também conhecida como ruazinha, ou ruinha. Jogamos muito futebol em frente a casa do Roberto, do Ricardo e do Malú. O gol eram os respectivos portões.
    Muito carrinho de rolimã também.
    Muitas saudades também...

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  4. Saudades de um tempo em que não se fuzilavam crianças na escola.

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  5. Com certeza, um tempo que não volta mais. Quem avista crianças brincando de futebol na rua hoje em dia? talvez em cidadezinhas do interior, mas em grandes cidade, bau bau. O trânsito e a violência não deixam...

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  6. Opa. Temos então duas "ruazinhas": a Martine de Martino, e a Natale Furlan, separadas pela madre Joana Angélica.

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  7. O termo ruazinha ou ruinha era utilizado para informar as mães o local onde estaríamos. Naquela época do futebol de rua, muito antes da Era Ponto, minha turma era: Malú (que ainda não era Malú, era Marcos), Gordo (Carlos Alberto, irmão do Zequinha), Nê, Ricardo e o Roberto (Primo do Ricardo e do Malú).
    Jogávamos bola ali porque não tinha movimento algum, e quando estava de saída para a jornada esportiva avisava minha mãe: "Vou jogar bola na ruinha".

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