terça-feira, 24 de maio de 2011

Colégio Eduardo Gomes ( 1984)

Malu e Pires em momento "contracultural", à beira da quadra do Eduardo Gomes (1984). Ao fundo, a famosa "Estátua  de Madeira"
Ao contrário dos outros anos de Entupa, quando algumas tentativas de encontro no decorrer do período não lograram retorno, este 2011 tem se mostrado bem diferente. Depois do Entupa no começo do ano, já rolaram duas baladas certeiras: um show da Vânia e banda em São Paulo, no mês passado, e outra agora, na semana passada, quando o Vevé reencontrou o grande Pires e rolou um etílico mini-Entupa em seu bar em Santo André, o Si Senõr. Presentes na ocasião, os ponta-firmes: Pires (claro), Vevé ( idem), Waguinho, Penal, Marcão Tafner e Paulo Magrelo. E também duas surpreendentes presenças: Mônica Reiko e Celsão ( irmão da Vânia). Pelos comentários no e-mail, a maratona foi boa (rs). Estou num momento surreal no trabalho, e não estou tendo tempo livre, por conta de reuniões, viagens, pautas malucas e pesquisas arqueológicas à Terra do Nunca. Mas fico torcendo para que esse movimento todo continue. Ao que parece, sim, pois o elétrico Vevé ( o grande responsável pelo espírito Duracell que reanimou a turma) já está agitando a próxima.
Enquanto isso, eu tento por aqui, cobrir jornalisticamente ( e historicamente) a saga da turma do Ponto e da Barcela nos minutos matinais que ainda me restam.
O Pires, que surgiu na nossa lista agora, é velho conhecido de muitos na Vila Barcelona. Nos anos 80, além dos habituais 28 e Idalina, ele andava com muita gente no bairro, independente de turma. Tava sempre com o Pedrão, outra figura mítica da região, que estudou com minha irmã Helô e virou roadie de banda. A foto acima foi tirada em 1984, ano em que eu e o Pires estudávamos no Colégio Eduardo Gomes, recém fundado e ainda instalado no mesmo prédio do IMES, na Avenida Goiás. Este colégio veio com uma proposta de ensino inédita na região, e pra quem veio do estadual como nós, era puxada pra cacete. Esse perfil acabou sendo chamariz para a matricula de uma grande leva de bem nascidos na cidade ( Perrella, Garbelloto, Moretti, entre outros) que se juntaram a outros com bolsa de estudo à tiracolo ( como eu, o Zucco, o Átila, etc). Do 28 de Julho, vieram eu, Vânia, Reiko, Suzete, Cris, Pires, entre outros. Nas outras séries tinha o Alessandro ( irmão do Átila), Pirica, Ada, Brejão. Na minha classe, além dos vinteoitanos, tinha o João de Conti "Osborne", o Grejo, o Pereira, a Adriana Perrela, o Formiga, a Cláudia, a Priscila, o Baboo, a Sibele, a Cris Filetti ( vizinha do Valmir na Joana Angélica), o Ramis ( outra figura carimbada na Barcelona).  O Zucco e o Átila, graças à mim (eu confesso), passaram a frequentar a Turma do Ponto. A turminha formada por eu, Zucco, Átila, Michel e Jordão foi com certeza uma das mais "arruaceiras" daquela instituição. Não dá pra contar tudo o que aprontamos no Eduardo Gomes neste post ( aguardem nos próximos), mas foi certamente  a época mais maluca da minha existência ( que se estendeu até a fase Objetivo). E o Pires taí pra confirmar....

P.S: A estátua de madeira do IMES, que aparece na foto lá em cima, é a "Estátua de São Pedro", feita pelo artista Agenor Francisco dos Santos, em 1968 (na administração Walter Braido). Este monumento chegou a ser exposto na Praça da Sé. Hoje, jaz em um estacionamento na Rua Maceió, deitado no solo e corcomido por cupins.Uma pena.

Estátua de São Pedro em 1968 ( foto Pró-Memória)

Um comentário:

  1. Sou ex aluno da primeira turma da 5A série, meu nome é Sergio Antonio Giannini Nogueira. Na minha turma, tinha o Samir, o Pedrão, o Rodrigo, o Bilu filho do Diretor, o Sr. Miltom Andrade, que tinha o Lagostão psicólogo com assistente............

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