quarta-feira, 13 de julho de 2011

Bares

Enquanto a arqueologia da turma passa por um processo de "investigação profunda" ( busca à foto perdida do ponto de táxi, seleção apurada pós expedição Engelmann, caça às fotos perdidas do Fabinho por toda a cidade, etc) e sofre com a total falta de tempo que acomete assalariados como nós ( principalmente neste "rescaldo" de meio de ano onde o trampo é louco e o dinheiro é pouco) o nosso pobre blog acabou ficando às moscas no mês passado. Mas não se apoquentem, pois aos poucos novas descobertas surgem - na semana passada redescobri fotos inacreditáveis de membros da turma numa época em que literalmente acampavam na casa da Rose na Rua Antônio Garbelotto. Eu na verdade tenho cópias digitais horrorosas ( fotos das fotos) - o Léo até tentou melhorar a qualidade e quase conseguiu ( pou porco, como diríamos) - e tentei contato com o Silvio - irmão da Rose - na esperança dele ainda tê-las em mãos. Até agora não tive retorno, mas como todo historiador amador, continuarem atazanando-o por um bom tempo. Enquanto não conseguimos fotos históricas e interessantes como essas, vamos tentando manter o blog na ativa.
A imagem acima já foi postada no meu outro blog  (  pra quem não conhece : http://www.almanaquedomalu.blogspot.com/ ) tempos atrás, mas como o assunto tem tudo a ver com esta página, publiquei again. Estes cartões fazem parte do meu acervo e nesta seleção estão verdadeiros oásis da época para muitos de nós, como o Jazz and Blues e o Sanja, casas de jazz clássicas, como o Whiskininha de Santo André, cujo proprietário, Foguinho, entornava uma garrafa inteira de scotch, no estilo cowboy; e como o Pedágio, que servia chopp gigante numa época em que isto era novidade e servia drinks com sugestivos nomes ligados ao trânsito ( vejam a imagem com zoom). Tim tim.

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